Todo ano a gente volta a falar sobre isso.
Bebês abandonados nós vemos o ano todo, mas nessa época ocorre um boom. O que fazer? ⠀
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Muitas pessoas não sabem, mas na primavera e no verão, com o aumento da temperatura, também aumenta a frequência do cio das gatas e o número de nascimentos de gatinhos.
Mas, isso não é uma boa notícia, sabe por quê?
Porque a grande maioria dos gatinhos não encontrarão um lar, serão separados das suas mães antes do tempo, serão abandonados, e acabarão morrendo…⠀
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Nessa época cresce o número de pedidos de ajuda aos abrigos e protetores independentes, e sabemos que não há como ajudar e abrigar todos. Então, aqui estão algumas dicas de como ajudar, não só nessa época, mas sempre:⠀
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- Se o seu gatinho ou gatinha não forem castrados, castre. Além de ajudar a evitar a superpopulação você ajuda a prevenir doenças nos seus gatinhos.⠀
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- Ajude a castrar um gatinho que não seja seu. Você pode se responsabilizar diretamente pela castração ou ajudar os protetores a castrar através de doações para esse fim.⠀
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- Faça C.E.D. (captura, esterilização, devolução) com os gatinhos ferais que vivem em colônias na cidade. Alguns grupos de protetores fazem esse trabalho e você pode entrar em contato com eles para ajudar e se informar mais.⠀
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- Se você encontrou uma gatinha grávida, tente acolhê-la ou ver se algum dos seus amigos pode ajudar. Não jogue a responsabilidade nos abrigos e protetores, cada um pode fazer a sua parte. Lembre-se: os abrigos já estão cheios e com muitas dívidas.⠀
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- Achou gatinhos abandonados? Cuide deles até poder encaminhá-los para adoção. Eles não precisam de muito espaço, e quando estiverem prontos (castrados, vacinados e vermifugados), divulgue a adoção e doe com responsabilidade.⠀
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- Se tiver um espacinho na sua casa, dê lar temporário. Muitos protetores sérios estão sem espaço e arcam com todos os custos até a adoção.⠀
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- Seja voluntário ou ajude um abrigo, muitas vezes um pouquinho do seu tempo já é suficiente. Doações de produtos, materiais de limpeza e dinheiro também fazem diferença. Existem vários grupos e protetores independentes sérios que precisam de colaboração para continuar o trabalho.⠀
Texto: Monik Oprea
Bióloga e proprietária do Catsittergyn
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